O filme é dirigido por um egresso em Comunicação da Universidade Federal do Paraná e tem locações em ruas B de Curitiba. Como o Beá ainda não tem previsão de sair da faculdade, não estamos falando de "José Cadilhe II".
Estômago, do curitibano Marcos Jorge, já está premiadíssimo - Rio, Uruguai, Holanda - e deve receber mais uma porção de prêmios e menções pelos próximos meses. Como prato principal do filme podemos citar o ator protagonista, a trilha e o roteiro, por sinal, original. Como pontos fracos, alguns dos atores. Zumiro e Giovane, por exemplo, com uma atuação sem sal, não me agradaram. Salvo se, em uma metalinguagem de vanguarda, o diretor fez crítica velada às chefias do mundo inteiro, concentrando todo o talento do casting na figura do aprendiz, do empregado.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
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Um comentário:
ah, fala mais!! hehe ;P
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